HÉRNIAS: MANEJO E CONDUTA NA ATUALIDADE

Autores

  • Vitória Mendonça Rodrigues UniCerrado
  • Alícia Cunha de Freitas Centro Universitário Uninovafapi
  • Jemima Silva Kretli Centro Universitário Uninovafapi
  • Otávio da Fonseca Benvindo Filho Centro Universitário Uninovafapi
  • Luiz Eduardo Gomes de Britto IMEPAC
  • Letícia Vaz Costa Centro Universitário IMEPAC
  • Maria Eduarda Ivo dos Santos Universidade Evangélica de Goiás- UNIEVANGELICA
  • Rafael Beze Souza UniEVANGÉLICA

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.10145874

Palavras-chave:

Técnicas Cirurgicas, Estrangulamento, Hérnias

Resumo

As hérnias são protrusões anormais de tecido que ocorrem através de fraquezas na parede abdominal, podendo manifestar-se em diferentes regiões, como inguinal, umbilical, incisional, e, menos comum, em casos de hérnia de Spiegel. A abordagem histórica das hérnias na medicina evidencia avanços nas técnicas cirúrgicas e compreensão anatômica, contribuindo para tratamentos mais seguros. O diagnóstico precoce é essencial, utilizando métodos como a ultrassonografia para avaliação precisa. O tratamento expectante pode ser considerado, mas a intervenção cirúrgica, incluindo técnicas como hernioplastia e laparoscopia, desempenha um papel crucial, oferecendo resultados eficazes e minimizando riscos. Em crianças, a abordagem das hérnias requer cuidado, considerando resolução espontânea em alguns casos, mas reconhecendo a necessidade de intervenção cirúrgica quando indicada. Contraindicações cirúrgicas, como infecções ativas, condições autoimunes, obesidade severa, gravidez, e hérnias estranguladas, devem ser avaliadas individualmente. A prevalência das hérnias destaca a importância do tratamento precoce, não apenas para reduzir a morbidade, mas também para evitar complicações graves, como o estrangulamento, que pode resultar em mortalidade. O tratamento oportuno não apenas salva vidas, mas também contribui para uma recuperação eficaz e econômica, evitando custos associados a complicações e procedimentos mais extensos. A abordagem contemporânea das hérnias exige uma visão abrangente, considerando não apenas os aspectos clínicos, mas também os contextos individuais de cada paciente. Com a contínua pesquisa médica, espera-se que novas estratégias de diagnóstico e tratamento continuem aprimorando a eficácia e segurança no manejo dessa condição clinicamente significativa.

Biografia do Autor

Vitória Mendonça Rodrigues, UniCerrado

Graduanda em Medicina. Instituição de ação atual: UniCerrado - Centro Universitário de Goiatuba – Goiatuba. E-mail: [email protected]

Alícia Cunha de Freitas, Centro Universitário Uninovafapi

Graduanda em Medicina. Instituição de ação atual: Centro Universitário Uninovafapi

E-mail: [email protected]

Jemima Silva Kretli, Centro Universitário Uninovafapi

Formação acadêmica mais alta: Graduanda em Medicina. Instituição de ação atual: Centro Universitário Uninovafapi. E-mail: [email protected]

Otávio da Fonseca Benvindo Filho, Centro Universitário Uninovafapi

Formação acadêmica mais alta: Graudado em Medicina. Instituição de ação atual: Centro Universitário Uninovafapi E-mail: [email protected]

Luiz Eduardo Gomes de Britto, IMEPAC

ormação acadêmica mais alta: Graduando em Medicina. Instituição de ação atual: IMEPAC- Araguari E-mail: [email protected]

Letícia Vaz Costa, Centro Universitário IMEPAC

Graduanda em Medicina. Instituição: Centro Universitário IMEPAC Araguari

E-mail: [email protected]

Maria Eduarda Ivo dos Santos, Universidade Evangélica de Goiás- UNIEVANGELICA

Formação acadêmica mais alta: Graduanda em Medicina. Instituição de ação atual: Universidade Evangélica de Goiás- UNIEVANGELICA. E-mail: [email protected]

Rafael Beze Souza, UniEVANGÉLICA

Cirurgião Geral UniEVANGÉLICA [email protected]

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Publicado

2023-11-16

Como Citar

Rodrigues, V. M., de Freitas, A. C., Kretli, J. S., Filho, O. da F. B., de Britto, L. E. G., Costa, L. V., dos Santos, M. E. I., & Souza, R. B. (2023). HÉRNIAS: MANEJO E CONDUTA NA ATUALIDADE. Revista OWL (OWL Journal) - REVISTA INTERDISCIPLINAR DE ENSINO E EDUCAÇÃO, 1(3), 316–331. https://doi.org/10.5281/zenodo.10145874