PREVALÊNCIA DE VÉRTEBRA LOMBOSSACRAL DE TRANSIÇÃO E PRESENÇA DE OSTEÓFITOS EM ESQUELETOS SECOS DE ADULTOS DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.10211781Palavras-chave:
prevalência, vértebra de transição lombossacral, osteofitoseResumo
Em Anatomia, variação anatômica é um desvio da morfologia normal de um órgão ou estrutura de um indivíduo, e dentre as diversas variações anatômicas, observamos algumas na coluna vertebral, como a presença da vértebra lombossacral de transição. Assim sendo, no presente estudo, pretendemos descrever a prevalência de sacralização, lombarização e presença de osteófitos em S1 em uma Coleção Osteológica da Região Nordeste do Brasil. Para o nosso estudo foram utilizados 407 sacros secos de adultos, sendo 144 do sexo feminino e 263 do sexo masculino. Todos os sacros pertencem ao acervo do Centro de Antropologia Forense da Faculdade de Medicina da FAP-Araripina, localizada no Estado de Pernambuco, Brasil. Para coleta dos dados, foi utilizado o método de abordagem indutivo com técnica de observação sistemática e direta para coleta dos dados e procedimento descritivo para análise dos mesmos. De acordo com os dados obtivemos os seguintes resultados. Com relação a amostra total (n=407), verificamos a presença de sacralização de L5 em 6,88% dos casos e houve presença de osteófitos em S1 em 53,56% dos casos analisados. Neste estudo não observamos a presença de lombarização de S5. A presença de sacralização foi mais frequente no sexo feminino com 9,72% dos casos contra 5,32% do sexo masculino. Devido à grande importância desta estrutura para a clínica, faz-se necessário novos estudos em nossa população para identificação dessas variações.
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