TUMORES HEPÁTICOS: DO DIAGNÓSTICO AO TRATAMENTO

Autores

  • Gabriela Milhomem Ferreira
  • Luiz Felipe Castro Vaz Poloniato
  • Augusto Borges Matos
  • Eloísa Gutiérrez Resende Carrijo
  • Pedro Augusto de Moraes Lopes
  • Juliana Borges Oliveira Cano
  • Rodrigo Borges Oliveira Cano
  • Fernanda Azevedo Matos
  • Ihan Sampaio Ottoni
  • Iza Gabriela Alves Moreira
  • Maria Clara de Assis Ferreira
  • Thaís Ruiz da Silva

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.13336934

Resumo

O estudo dos tumores hepáticos, tanto benignos quanto malignos, é de suma importância para a medicina atual, não apenas pela complexidade diagnóstica e terapêutica dessas lesões, mas também pela necessidade de implementar medidas de prevenção e diagnóstico precoce. Compreender as diferenças clínicas, diagnósticas e terapêuticas entre essas neoplasias é fundamental para melhorar o manejo dos pacientes e reduzir a mortalidade associada aos tumores hepáticos. Tumores hepáticos benignos, como adenoma hepático, hemangioma e hiperplasia nodular focal, frequentemente apresentam características clínicas menos agressivas e são frequentemente descobertos incidentalmente. Em contraste, tumores malignos, como carcinoma hepatocelular (CHC) e colangiocarcinoma, geralmente manifestam sintomas mais evidentes e podem ter um impacto significativo na função hepática e na qualidade de vida do paciente. Os desafios no diagnóstico diferencial são significativos devido às semelhanças nas características clínicas e imagiológicas entre tumores benignos e malignos. A combinação de técnicas de imagem avançadas, como tomografia computadorizada e ressonância magnética, além de marcadores tumorais e biópsia hepática, é crucial para uma avaliação precisa. No entanto, a biópsia, apesar de ser o padrão-ouro, pode apresentar riscos e controvérsias, como a possibilidade de complicações e disseminação tumoral. A abordagem multiprofissional tem mostrado ser essencial para o manejo eficaz dos tumores hepáticos, promovendo uma coordenação otimizada entre diferentes especialidades e melhorando tanto o cuidado ao paciente quanto a gestão de recursos hospitalares. O suporte psicológico é igualmente importante, especialmente para pacientes com diagnóstico de neoplasias malignas, ajudando a lidar com o estresse emocional e potencialmente influenciando positivamente a adesão ao tratamento.

Referências

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Publicado

2024-08-17

Como Citar

Ferreira, G. M., Poloniato, L. F. C. V., Matos, A. B., Carrijo, E. G. R., Lopes, P. A. de M., Cano, J. B. O., Cano, R. B. O., Matos, F. A., Ottoni, I. S., Moreira, I. G. A., Ferreira, M. C. de A., & Silva, T. R. da. (2024). TUMORES HEPÁTICOS: DO DIAGNÓSTICO AO TRATAMENTO. Revista OWL (OWL Journal) - REVISTA INTERDISCIPLINAR DE ENSINO E EDUCAÇÃO, 2(4), 360–372. https://doi.org/10.5281/zenodo.13336934