ESTADO PARALELO E ESTADO PROFUNDO
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.13863702Resumo
Quando o banditismo se torna uma conceituação política, sistêmica e sistemática, sem contar a corrupção institucional, é o sinal de que talvez tenhamos ultrapassado a linha de qualquer nível de segurança razoável. Se países latino-americanos enfrentam ataques diretos à soberania nacional, à sua segurança nacional, no Brasil, em curso para um destino desalentador, é a segurança jurídica quem dá os primeiros sinais de abalos sísmicos. Como se diz, os ameaços, achaques e ataques tanto ocorrem no plano real quanto no mundo digital.
Referências
APPADURAI, Arjun. Fadiga da democracia. In: A grande regressão: um debate sobre os novos populismos e como enfrentá-los. Trad. Silvia Bittencourt, et al. 1 ed. São Paulo: Estação Liberdade, 2019.
BONAVIDES, Paulo. Do País Constitucional ao País Neocolonial (A derrubada da Constituição e a recolonização pelo golpe de Estado institucional). 4 ed. São Paulo: Malheiros, 2009.
WACQUANT, Loïc. De l’État social à l’État pénal. Actes de la recherche en sciences sociales. Vol. 124, septembre 1998. Disponível em: http://www.persee.fr/issue/arss_0335-5322_1998_num_124_1. Acesso em: 30 set. 2024.



































