O uso da inteligência artificial no Poder Judiciário: direitos fundamentais e discriminação algorítmica – os desafios para os diversos atores

Autores

  • Ana Karina Gonçalves Maia
  • Annalice Gomes Ferreira Castro
  • Carlos Eduardo Cavalcante Silva
  • Danielle Sampaio Brito
  • Elisângela Santiago Leão Fagundes
  • Fabio José de Almeida de Araújo
  • Laís Souza de Mello Gonçalves
  • Lidiane Costa Barros Rodrigues
  • Marianne Gonçalves Seabra Peixoto de Melo
  • Patrícia Maria Afonso Moreira
  • Thays de Mello Giaimo

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.23029782

Palavras-chave:

Inteligência Artificial, Direitos Fundamentais, Poder Judiciário, Discriminação Algorítmica, Regulação

Resumo

O presente artigo analisa o uso da Inteligência Artificial (IA) no Poder Judiciário brasileiro, destacando os benefícios e riscos associados à sua aplicação. A pesquisa parte da constatação de que a IA pode contribuir para a celeridade processual e a eficiência administrativa, mas também apresenta desafios significativos relacionados à proteção dos direitos fundamentais e à ocorrência de discriminação algorítmica. São examinados os marcos regulatórios nacionais, como as Resoluções CNJ nº 332/2020 e nº 615/2025, bem como experiências internacionais, a fim de compreender os limites éticos e jurídicos da tecnologia. O estudo evidencia que a supervisão humana, a transparência algorítmica e a auditabilidade são condições indispensáveis para mitigar riscos e assegurar que a IA seja utilizada como ferramenta de apoio, sem comprometer a dignidade da pessoa humana e a igualdade de acesso à justiça.

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Publicado

2026-09-29

Como Citar

Maia, A. K. G., Castro, A. G. F., Silva, C. E. C., Brito, D. S., Fagundes, E. S. L., Araújo, F. J. de A. de, Gonçalves, L. S. de M., Rodrigues, L. C. B., Melo, M. G. S. P. de, Moreira, P. M. A., & Giaimo, T. de M. (2026). O uso da inteligência artificial no Poder Judiciário: direitos fundamentais e discriminação algorítmica – os desafios para os diversos atores: . Revista OWL (OWL Journal) - REVISTA INTERDISCIPLINAR DE ENSINO E EDUCAÇÃO, 4(9), 1–30. https://doi.org/10.5281/zenodo.23029782